NOVA POLÍTICA

DE TARIFAÇÃO

DA B3

DESENVOLVIMENTO E AMPLIAÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

A B3 decidiu mudar sua política de tarifação tendo como um dos princípios incentivar a ampliação da base de investidores pessoa física.

 

Entre as mudanças mais relevantes estão a eliminação da cobrança da taxa de manutenção de conta e a redução em 10% da tarifa de negociação de ações. Hoje, 65% dos investidores em bolsa ou 930 mil pessoas têm até R$20 mil investidos na B3 e serão beneficiados pelos descontos que virão.

Entenda melhor como ficam as tarifas cobradas pela B3

Tarifa de manutenção de conta mensal

R$0 para todos os tipos de investidores.

Tarifa sobre valor em custódia

R$0 para investimentos de até R$20 mil e redução automática de tarifas para valores acima disso. Quanto mais dinheiro investido, menor será o valor cobrado.

Tarifa de negociação

Redução de 10% para as pessoas físicas em geral.

Tarifa sobre processamento de proventos financeiros

R$0 para clientes com até R$20 mil de saldo em custódia numa mesma corretora.

Você sabia?

Em 2019, o número de contas com algum saldo na depositária da B3 saltou de 643 mil em jan/18  para 1,5 milhão de investidores em out/19.

65% dos investidores pouco diversificaram sua carteira em 2019, investindo em apenas um tipo de produto de bolsa.

Um terço dessas contas tem até R$5 mil investidos em renda variável.

Há quase 20 milhões de investidores em caderneta de poupança com saldo acima de R$5mil, que podem buscar fontes alternativas de investimento que proporcionem maiores rendimentos.

Quanto eu vou pagar na prática?

Confira exemplos práticos para as operações de pessoas físicas com as corretoras que operam no mercado:

Você pergunta,

a B3 responde

TARIFA SOBRE PROCESSAMENTO DE PROVENTOS FINANCEIROS

Modelo novo

A partir de 2020 (prazo de implementação depende da adaptação das corretoras e custodiantes).

 

Contas com saldo em custódia de até R$20 mil estão isentas (65% dos investidores pessoa física com conta na central depositária da B3).

Contas com saldos acima desse valor passam a pagar 0,12% sobre o valor de cada evento corporativo com um limite máximo de R$ 5 mil.

 

Por exemplo: um investidor com R$ 100  mil em custódia de uma ação que pague um dividendo de 3% ao ano, que é a média do mercado, pagaria, portanto, 30 centavos por mês de tarifa de provento.

 

Se quisermos levar em outro extremo, esse mesmo investidor com R$100 mil em custódia e uma carteira que pague um dividendo de 10%, que é algo totalmente fora da realidade média do mercado, pagaria R$ 1 por mês de tarifa de provento.

 

Modelo ATUAL

Não havia cobrança – é uma nova taxa

DEPOSITÁRIA:

Modelo novo

O que muda a partir de agora é que essas cobranças foram segmentadas.

 

O processamento de eventos corporativos passa a ser uma cobrança para investidores com mais de R$ 20 mil, garantindo transparência e sendo proporcional a cada conta. No modelo atual os investidores arcam com o custo fixo da manutenção de conta independentemente do potencial de resultado do seu investimento, com impacto desproporcional para os pequenos e médios investidores. No modelo proposto, o custo estará diretamente ligado com o potencial de rentabilidade do investidor (tanto para taxa de custódia e para tarifa de processamento de eventos), beneficiando os pequenos e médios investidores.

Modelo ATUAL

Os serviços que a central depositária presta já eram cobrados. A tarifa sobre a custódia das ações já existia. A cobrança da transferência da titularidade das ações no caso de negociação, era feita dentro da tarifa de pós-negociação/liquidação e da tarifa de manutenção de contas.

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