Notícias – Edição 4

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Notícias – Edição 4 2017-02-10T11:00:39+00:00

Project Description

Patrícia Brighenti é jornalista e tradutora juramentada.

Perigo real e imediato

A xerife da Comissão das Operações no Mercado Futuro de Commodities (CFTC) dos Estados Unidos adotou novas normas em prol da segurança cibernética, a fim de favorecer a flexibilidade diante da evolução constante dos métodos de hackers, bem como a atualização das melhores respostas a ataques e a recuperação mais rápida de invasões. A partir de agora, as corretoras de derivativos e de mercadorias, além das bolsas e das clearings, deverão investigar a existência de vulnerabilidades a cada trimestre e submeter anualmente a testes as soluções contra violações, avaliando se seus sistemas podem ser atingidos tanto de fora para dentro quanto de dentro para fora. Adicionalmente, deverão contratar empresas independentes para conduzir testes contra incursões externas, bem como exames, pelo menos a cada três anos, sobre a existência de controles adequados para identificar os riscos que estão sempre mudando.

E tem mais: o estado de Nova Iorque lançou proposta pioneira em favor da segurança cibernética dos bancos e das seguradoras locais. No âmbito das novas regras, em discussão desde 2014 e agora à disposição do público por 45 dias para comentários, as empresas ficariam obrigadas a criar e a testar programas de segurança cibernética, nomear um diretor de informática, fiscalizar vendors externos e limitar o acesso a informações não públicas de clientes, como dados de identificação pessoal, executando várias etapas de verificação da identidade dos usuários.

(Reuters, 8 e 13/9/2016)

Perigo imediato e real

A Federação Mundial de Bolsas (WFE), que representa mais de 200 provedores de infraestrutura de mercado, dentre os quais bolsas e clearings, publicou uma série de princípios de segurança cibernética, com o intuito de dar suporte às orientações já adotadas pelos reguladores globais e complementá-las. Os princípios buscam capturar as questões práticas e operacionais que os membros da WFE consideram que as autoridades nacionais e/ou regionais deveriam incluir em suas avaliações ao elaborar, implementar e/ou monitorar o cumprimento de normas, regulamentos ou leis que afetem a segurança operacional das atividades de infraestrutura de mercado em contexto local. Tais preceitos apontam para a necessidade de discussões mais aprofundadas entre os reguladores e a indústria, visando assegurar padrões e expectativas apropriados que se adaptem às nuanças típicas de mercados internacionais em operação em jurisdições regionais.

(Mondo Visione, 23/9/2016)

Autogovernança

As grandes empresas de tecnologia são donas das chaves de algumas das maiores bases de dados do planeta. Da mesma forma que as mercadorias e as moedas em outras épocas, a base de dados é fundamental para o mundo moderno. O valor dos dados está relacionado com suas aplicações em inteligência artificial (IA). Quem possuir informações possuirá inteligência artificial. Por isso, Facebook, Amazon, Alphabet (holding do Google), IBM e Microsoft saíram na frente ao anunciar a formação da Parceria em IA. A iniciativa, que fomentará a realização de discussões sobre os avanços na área, estará centrada em pesquisas e na promoção das melhores práticas.

E tem mais I: a Parceria em IA rejeitou a sugestão de que representaria, de fato, uma tentativa da indústria tecnológica de se autorregular, sem o envolvimento governamental.

E tem mais II: embora não se saiba se uma singularidade tecnológica poderia ameaçar a humanidade, esta enfrenta longa lista de desafios no momento atual da inteligência artificial. Mesmo que os computadores ainda não estejam aptos a eliminar todos os postos de trabalho, podem amplificar as tendências negativas dos seres humanos. Um mundo tendencioso poderia resultar em conjuntos de dados tendenciosos e, por sua vez, em estruturas polarizadas de IA.

(Business Insider e TechCrunch, 28/9/2016)

Estratégias

No dia 26 de setembro, os acionistas da Bolsa do Báltico, fundada em 1744 e situada em Londres, aprovaram sua aquisição pela Bolsa de Cingapura (SGX) por £87 milhões, em dinheiro. Embora esse preço seja considerado elevado, a SGX acredita que a operação impulsionará seu negócio de derivativos, diante da variedade de índices e referenciais da Bolsa do Báltico utilizados em nível global na liquidação de contratos e acordos a termo de frete. A operação ainda depende de aprovação regulatória.

E tem mais I: a própria SGX é importante centro de derivativos de frete e de commodities, detendo mais de 90% de participação na compensação de derivativos de minério de ferro e 40% na compensação de acordos a termo de transporte de granéis sólidos.

E tem mais II: a SGX também assinou protocolo de intenções com o Banco Comercial da China para colaborar na expansão das interligações entre os mercados de capitais dos dois países.

(Finance Magnates, 19/9, e Straits Times, 26/9 e 1/10/2016)

2 em 1

Duas operadoras de bolsas do meio-oeste dos Estados Unidos decidiram fundir seus mercados. A CBOE Holdings, dona da Bolsa de Opções de Chicago (Cboe), onde o popular índice Standard & Poor’s 500 é negociado, tenciona pagar US$ 3,2 bilhões, em dinheiro e ações, pela Bats Global Markets, sediada em Kansas. A primeira é a maior bolsa de opções norte-americana e, a segunda, a segunda maior operadora de bolsas no país em termos de volume, atrás da Bolsa de Valores de Nova Iorque. O objetivo da Cboe é diversificar produtos ligados a ações, ETFs e câmbio. Em cinco anos, a bolsa de Chicago espera gerar economia de custos de cerca de US$ 65 milhões, em função do uso de uma única plataforma de negociação e da racionalização de despesas, como tecnologia. O acordo ainda requer aprovação das autoridades regulatórias e dos acionistas de ambas as companhias, devendo estar finalizado no primeiro semestre de 2017.

(New York Times, 26/9/2016)

Colhendo frutos

A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos Estados Unidos concedeu prêmio de US$ 4 milhões a um delator cujas informações a alertaram para uma fraude. O programa da SEC já concedeu prêmios totais de US$ 111 milhões a 34 denunciantes desde sua introdução, em 2011. Por lei, a SEC deve proteger a confidencialidade dos delatores, não divulgando informações que possam revelar, direta ou indiretamente, a identidade de nenhum deles. Para tanto, os candidatos devem apresentar-se voluntariamente e prestar informações exclusivas e úteis à SEC que resultem na instauração de ações coercitivas exitosas. O dinheiro destinado aos delatores pode variar entre 10 e 30% do valor arrecadado, quando as sanções monetárias ultrapassam US$1 milhão. Os pagamentos são feitos por meio de um fundo de proteção estabelecido pelo Congresso e financiado pelos valores pagos ao órgão regulador pelos fraudadores.

(Mondo Visione, 20/9/2016)

Ousada

A mais antiga bolsa de valores da Ásia, a BSE, localizada em Bombaim, divulgou planos de abrir uma bolsa de valores internacional e uma câmara de compensação na cidade GIFT, nome do centro de serviços financeiros internacionais situado entre as cidades de Ahmedabad e Gandhinagar. A BSE, que entrou recentemente com pedido de IPO, estima abrir o novo mercado em janeiro de 2017, caso receba o sinal verde dos reguladores a tempo, embora já conte com a autorização do ministério de assuntos corporativos. A entidade oferecerá plataforma para que as empresas hindus levantem capital mediante a emissão de instrumentos de câmbio, para que as startups listadas recebam financiamento de investidores estrangeiros e para que as companhias constituídas fora da Índia igualmente possam ser nele negociadas.

E tem mais: a BSE tem perdido fatia de mercado para a rival local Bolsa de Valores Nacional (NSE), caindo para a metade (15%) do que detinha cinco anos atrás no mercado acionário e para um percentual irrisório no segmento de derivativos.

(LiveMint.com, 15/9/2016)

estreiaaguardadaEstreia aguardada

A nova bolsa de derivativos de Londres, a CurveGlobal, foi inaugurada no dia 26 de setembro. Apoiada por sete grandes bancos de investimento e pelo grupo Bolsa de Valores de Londres (LSE), a CurveGlobal vai operar inicialmente nos mercados futuros de taxas de juro dominados pela Bolsa Alemã e pela norte-americana Bolsa Intercontinental (ICE). Os sete bancos – Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, Barclays, BNP Paribas, Citi, JPMorgan e Société Générale – detêm 65% do novo mercado; a LSE, 25% e a Cboe Holdings, o restante. Os £ 30 milhões que investiram financiará a CurveGlobal por cinco anos.

E tem mais I: essa nova iniciativa da LSE no segmento de derivativos de renda fixa ocorre em momento crítico, posto que a Comissão Europeia avalia os efeitos da fusão potencial entre a bolsa do Reino Unido e a Bolsa Alemã, que dará origem à maior operadora de bolsas da Europa. O negócio está avaliado em US$ 13 bilhões e a CE pretende dar seu veredito até 13 de fevereiro do próximo ano.

E tem mais II: ao mesmo tempo, o grupo LSE anunciou planos de venda de sua unidade francesa de clearing, a LCH, de modo a transmitir sinais positivos para os reguladores que examinam sua aquisição pela Bolsa Alemã, particularmente preocupados com a competição nos setores de compensação e liquidação e derivativos. A LCH estaria avaliada entre € 400 milhões e € 500 milhões e interessa muito a Euronext, que, se não chegar a um acordo, deverá fortalecer sua parceria na EuroCCP, da qual adquiriu 20% do capital em agosto último.

E tem mais III: as câmaras de compensação tornaram-se a bola da vez a partir do Brexit. Os governos de França e Alemanha argumentam que a liquidação de derivativos baseados em euro deve ocorrer em uma jurisdição da União Europeia. Por sua vez, o principal executivo da bolsa de Londres afirma que transferir tais operações colocaria em risco cerca de 100 mil postos de trabalho, o que acabaria por beneficiar Nova Iorque, onde a LSE também opera uma clearing.

(FT.com, 26/9, Bloomberg, 28/9, e SNL Financial, 3/10/2016)

Sem exageros

Ao defender as reformas que tenciona finalizar ainda em 2016, o Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, ligado ao Banco de Liquidações Internacionais (BIS), rechaçou as acusações de excesso de zelo que a indústria bancária lhe tem dirigido, alegando que seu objetivo não é elevar os níveis de capital, mas sim fazer os credores utilizar medidas semelhantes na avaliação de riscos. Composto pelos reguladores de quase 30 países, o Comitê tem sido pressionado a limitar suas reformas tanto pela indústria bancária quanto por governos europeus. Para o Comitê, porém, seria muito mais fácil se fosse simplesmente uma questão de aumento de capital. O problema maior é evitar as grandes variações observadas atualmente na maneira pela qual os bancos aplicam os modelos para atribuir ponderações de risco a ativos, como empréstimose é exatamente isso o que determina o volume de capital que os credores devem deter. Para os bancos, as novas regras seriam o “Basileia IV”, por representarem mudança ainda mais expressiva nos requerimentos de capital estabelecidos pelo Basileia III, que foram adotados depois do salvamento dos bancos pelos contribuintes durante a crise financeira de 2007-2009. Para a União Europeia, as novas regras podem resultar na expansão das exigências de capital para seus bancos, cujas operações de empréstimo são a principal fonte de financiamento econômico dos países-membros. As modificações, que complementarão a reformulação pós-crise das regras de capital impostas pelo BIS, cobrem itens como os riscos oriundos de créditos ou de empréstimos, os quais compõem a maior parte das exigências de capital atribuídas aos bancos. Não há data determinada para sua implementação, mas esta dificilmente ocorrerá antes de 2019.

E tem mais: na contramão das críticas, o Controlador da Moeda dos Estados Unidos, que regula os bancos locais, defende a imposição de requisitos de capital e outros para os bancos, sustentando que não seria muito oportuno relaxá-las – em agosto, o Banco da Inglaterra facilitou importante medida de adequação de capital para os bancos, com a finalidade de ajudar a evitar a redução do fluxo de crédito pós-Brexit. Para a agência norte-americana, os elevados padrões em vigor no país tornaram os bancos nacionais mais competitivos e fortes, tanto em termos absolutos quanto em termos comparativos.

(Reuters, 13 e 15/9/2016)

embuscadoouroEm busca do ouro

A Associação para o Mercado de Metais Preciosos de Londres (LBMA) deu início às negociações com duas empresas de tecnologia financeira – Autilla e Boat Services – com vistas no desenvolvimento de uma plataforma para metais preciosos. A LBMA quer modernizar o maior sistema de balcão mundial para operações com ouro, que liquida montante superior a US$5 trilhões anuais. Em outras cidades, como Nova Iorque, as transações ocorrem em bolsas, e os reguladores britânicos têm feito pressão para que o mercado seja mais transparente e os controles, mais rigorosos. Outras empresas, como Bolsa de Metais de Londres (LME), Bolsa Intercontinental (ICE) e grupo CME, igualmente apresentaram propostas para a nova plataforma.

E tem mais I: há outro grupo trabalhando pela modernização das operações com ouro, que inclui a LME, o Conselho Mundial de Ouro e vários bancos e que planeja introduzir contratos de ouro e prata com liquidação centralizada no primeiro semestre de 2017.

E tem mais II: o grupo IEX também pretende criar uma bolsa de ouro, por intermédio da empresa cindida TradeWind Markets, que empregaria elementos da tecnologia blockchain para promover maior transparência e liquidar os negócios. A nova entidade vai alavancar a tecnologia utilizada pelo novo mercado acionário da IEX, a Bolsa dos Investidores, lançado em 19 de agosto passado, depois de operar por mais de dois anos e meio como sistema de negociação alternativo.

E tem mais III: a câmara de compensação Euroclear, sediada na Bélgica, anunciou que uniu esforços com a prestadora de serviços itBit para desenvolver um sistema de liquidação para ouro também com a tecnologia blockchain.

(Reuters, 7/9, e Bloomberg, 30/9/2016)

São tantas emoções

Os bancos já contam com equipes montadas para colher as percepções contidas nos terabytes de dados gerados por seus clientes. Mas ainda falta olhar para dentro, com o propósito de verificar se suas operações podem ser aperfeiçoadas e se as perdas oriundas de seu principal centro de custo – os funcionários – podem ser restringidas. Instituições como JPMorgan Chase e Bank of America têm mantido discussões com empresas de tecnologia acerca dos sistemas que monitoram as emoções, objetivando incrementar o desempenho e a conformidade. Trata-se da vigilância emocional, e os bancos já começaram a contratar serviços que incorporam esse mecanismo à análise comportamental. Segundo os cientistas, as emoções são reflexos que se desenvolvem para comandar o comportamento, melhorando as perspectivas individuais de aproveitar uma oportunidade e de sobreviver ao risco. São acompanhadas por mudanças fisiológicas mensuráveis, como aumento da pressão arterial, sudorese e batimentos cardíacos acelerados. Seu papel na área de investimentos foi estabelecido desde pelo menos a época do economista Benjamin Graham, o pai do investimento em valor (value investing). Mais recentemente, o neurocientista e ex-operador de derivativos, John Coates, da Universidade de Cambridge, estudou como as decisões dos tomadores de risco financeiro são influenciadas pela biologia. Seus experimentos, divulgados em 2012 no livro A Hora entre o Cão e o Lobo, mostram que hormônios como testosterona e cortisol desempenham papel relevante no agravamento de movimentos de alta e baixa de mercado. O fato é que os aplicativos voltados para a melhoria do desempenho e para o monitoramento de funcionários vão se tornar comuns. E quanto mais dados estiverem disponíveis, mais fácil será caracterizar o estado emocional dos indivíduos.

(BloombergBusinessweek, 1/9/2016)

 

sustentavel

Sustentável

A Diretora de Imprensa, Sustentabilidade e Comunicação da BM&FBOVESPA foi anunciada uma das dez “2016 SDG Pioneers” , dentre mais de 600 indicações de 100 países submetidas entre fevereiro e abril deste ano. Em 22 de junho, durante o UN Global Compact Leaders Summit 2016, em Nova Iorque, Sonia Consiglio Favaretto foi reconhecida por seus esforços relacionados com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 8, sobre trabalho descente e crescimento econômico.

O programa SDG Pioneers faz parte da campanha “Making Global Goals Local Business” do Pacto Global da ONU e reconhece os indivíduos que demonstrem como os objetivos de desenvolvimento sustentável podem ativar negócios para alavancar benefícios econômicos, sociais e ambientais para o mundo. Os pioneiros são formados por empreendedores que apoiam e impulsionam a sustentabilidade em seus modelos de negócios, assim como por agentes de mudança que mobilizem a comunidade empresarial para atuar em favor dos ODS.

E tem mais I: a BM&FBOVESPA foi a primeira bolsa de valores do mundo a tornar-se signatária do Pacto Global da ONU, em 2004, e a primeira bolsa de pais emergente a comprometer-se com os princípios para o investimento responsável, em 2010. Adicionalmente, desde 2012, é signatária fundadora da iniciativa Sustainable Stock Exchanges (SSE), liderada pelo Pacto Global, UNCTAD, PRI e UNEP-FI.

E tem mais II: os dois projetos liderados por Favaretto – a Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA) e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) – são referências que impactam positivamente a sociedade e as empresas, mediante a promoção de boas práticas, a inclusão social e a inserção da sustentabilidade na rotina corporativa.

E tem mais III: a BVSA, iniciativa pioneira criada pela BM&FBOVESPA em 2003, com o apoio das corretoras, é uma plataforma de captação de recursos com formato semelhante ao de uma bolsa de valores. Conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Foi adotada pelo Pacto Global como estudo de caso e modelo a ser seguido por outras bolsas,  e teve também seu modelo replicado na África do Sul em 2006, e em Portugal, em 2009. Em 2011, a BVSA adotou os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) como eixos temáticos para a seleção dos projetos a serem listados em sua plataforma. Com lançamento dos ODS, naturalmente a BVSA passou adotar os 5 Ps (Pessoas, Prosperidade, Paz, Parcerias e Planeta), que refletem os 17 ODS da Organização das Nações Unidas (ONU), como critério de classificação dos projetos listados a partir de 2016. Desde sua criação em 2003, a BVSA já arrecadou mais de R$ 17 milhões, que foram destinados a 157 projetos de todo o Brasil.

E tem mais IV: o ISE, lançado em 2005, reflete o retorno de uma carteira composta de ações de companhias com reconhecido comprometimento com responsabilidade social e sustentabilidade empresarial, atuando como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro, posto que as candidatas participam de processo por meio do qual devem responder a questionário e enviar documentos comprobatórios de suas atividades. O índice promove a inserção dos ODS através de questões específicas deste questionário.